Orion

   
O
Grupo de Astrofísica Ótica
e no Infravermelho faz parte da Divisão de Astrofísica do INPE e estuda os astros através da luz visível que eles emitem.

Laboratório Nacional de Astrofísica


   Como o nome indica, a luz visível é a parte do espectro das ondas eletromagnéticas que o olho humano pode captar. Esta faixa, denominada ótica, vai desde a freqüência correspondente à luz vermelha até a luz violeta.

 
    Embora a astronomia seja quase tão antiga quanto a civilização, a sua fase moderna começou com o surgimento dos primeiros telescópios ópticos, há quase quatrocentos anos. No século XX esses equipamentos atingiram um alto grau de sofisticação. Paralelamente, passaram a ser construídos instrumentos para observar o céu nas outras faixas eletromagnéticas: ondas de rádio, infravermelho, ultravioleta, raios X e raios gama.


ATIVIDADES

    A linha de pesquisa ótica e infravermelho do INPE investiga a formação e desenvolvimento das galáxias e a sua organização em grupos e aglomerados. Em nossa própria galáxia, a Via Láctea, são estudados vários tipos de estrelas, entre as quais as que se encontram nos estágios finais de sua evolução, ou ainda outras que ejetam grandes fluxos de matéria para o espaço e chegam a ser milhares de vezes mais brilhantes do que o Sol.
As populações estelares nas galáxias e a poeira cósmica no espaço interestelar são também objetos de investigaçào, assim como os berçários de estrelas, situados nas imensas nuvens interestelares.

   Além de estudar os astros, o grupo de astrofísica ótica e no infravermelho participa do desenvolvimento de instrumentos dotados com as tecnologias mais recentes, necessários para acompanhar os avanços dos temas atuais da astronomia.


(Última atualização: Fevereiro de 2001)